Para Delegados e Policiais

    Identifique suspeitos online antes que o IP expire nos logs da operadora

    Links de rastreio forenses para crimes digitais: captura de IP, geolocalização e fingerprint do dispositivo. Relatório pronto para instrução de inquérito policial.

    Casos de uso

    1

    Rastrear IP de estelionatário em golpe pelo PIX

    Captura silenciosa do IP do golpista no momento do clique.

    2

    Identificar responsável por perfil falso ou ameaça

    Coleta evidência técnica antes da quebra de sigilo telemático.

    3

    Coletar evidência antes de requisitar quebra de sigilo

    IP + ASN + data/hora exata para fundamentar o pedido judicial.

    4

    Instruir inquérito com relatório forense admissível

    PDF com hash SHA-256 e cadeia de custódia conforme CPP art. 158-A.

    Como o Trace Hub resolve

    • Link de rastreio com captura silenciosa de IP, metadados de dispositivo e fingerprint completo.
    • Geolocalização aproximada por análise multi-provedor de IP, com triangulação ASN.
    • Fingerprint do dispositivo: modelo, sistema operacional, navegador, fuso horário, idioma, canvas, audio.
    • Relatório em PDF formatado para delegacia, com hash SHA-256 e timestamp em blockchain.
    • Notificação imediata do clique por push, e-mail ou Telegram — você age em tempo real.
    Manifesto Técnico

    Funcional resolve. Forense se defende.

    Software funcional entrega o dado e fecha o ticket. Software forense é aquele cujo uso você consegue defender etapa por etapa — onde nada sai do seu ambiente sem você saber e nenhuma evidência é tocada sem registro. O Trace Hub é construído para o segundo caso.

    Critério Apenas Funcional Forense (Trace Hub)
    Cadeia de custódiaEntrega o dado, mas não documenta cada etapa.SHA-256 em toda evidência + Merkle chain encadeada por hash.
    Integridade temporalCarimba a hora do servidor — facilmente contestável.OpenTimestamps (BTC) + RFC 3161 (FreeTSA) + OriginStamp multi-chain.
    Tráfego de mídiaSobe os arquivos pra um servidor externo "pra processar".Processamento client-side; Network Guard bloqueia upload > 1 KB.
    Identificadores do dispositivoColeta fingerprint/IMEI/serial em silêncio.Consentimento explícito antes de qualquer sensor de hardware.
    Assinatura de códigoBinário de terceiro com hash que não bate com o oficial.Builds assinados, distribuição por bucket privado com RPC auditável.
    Aquisição em celularBruteforce de PIN / exploits — quebra de prova.Auto-type apenas de PIN já conhecida + 3 níveis (Lógica/FS/Físico).
    Resultado do matchDiz "idêntico" ou "match" e fecha o caso.Apresenta medição ("similaridade X%, requer confirmação visual").
    Resiste ao contra-exame?Não — o software fazia coisas que o operador não conhecia.Sim — cada decisão é versionada, logada e reproduzível.

    Inspirado em discussão pública de Georgia Ferro Benetti (ICTQ Forense) sobre por que ferramenta funcional não substitui ferramenta forense em ambiente controlado.

    "Recebi um caso de estelionato digital. Criamos um link de rastreio no Trace Hub, enviamos para o suspeito e em 2 horas tínhamos o IP, a operadora e a cidade. Isso acelerou demais a requisição de quebra de sigilo."

    Delegado, DEIC, SP

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